Afirmam alguns genealogistas que esta família seria originária da Alemanha, enquanto outros situam a sua origem no rei godo Gundemaro, que fundou solar junto a Entenza. Argote de Molina afirma que sua casa primitiva ficava em Roa, Burgos, fundada pelo conde Don Nuño Munión y Muñoz, no ano de 950. A esta linhagem pertenceu São Domingo de Guzmán. Provaram sua nobreza repetidas vezes, em todas as Ordens militares espanholas. Entre os vários títulos que receberam figura o de Conde de Niebla, concedido a Don Juan Alonso de Guzmán em 1368; Duque de Medina Sidonia, concedido por Dom Juan II a Don Juan Alonso de Guzmán (III conde de Niebla), em 1445; Conde de Villaverde, concedido em 1602 a Don Lope de Guzmán Portocarrero; Marquês de Fuente, concedido a Don Gómez de Guzmán em 1603; Grandeza de Espanha, concedida em 1697 a Don Martín Domingo de Guzmán, Marquês de Quintana del Marco, entre muitos outros. Segundo o Barão de Cobos de Belchite, suas armas mais antigas são aquelas aqui representadas: escudo quartelado em sotuer, com o primeiro e quarto em campo de azul, carregados de uma caldeira de ouro xadrezada de vermelho, com sete cabeças de serpente em cada asa; o segundo e o terceiro em campo de prata, com cinco arminhos de preto postos em aspa. Os duques de Medina Sidonia utilizaram o mesmo brasão, acrescentando uma bordadura xadrezada de prata e vermelho (22 peças), na qual as peças de prata são carregadas com leões de vermelho e as peças vermelhas carregadas com torres de ouro aclaradas de azul. Os Guzmán de Toral usaram o seguinte brasão: Em campo de azul, um castelo de ouro; bordadura de prata, carregada com arminhos pretos. Outros ramos usaram brasões diferentes.
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