Família italiana originária de Roma e presente também em Umbria, Rimini e Nápoles. Chegando nesta última em 1527, Domenico-Nicola Mancini recebeu o título honorário de Marquês de Fusignano, transmissível a toda a sua descendência masculina. Hábeis nas armas e na magistratura, os membros da família representaram sobejamente a sua pátria, destacando-se Pasquale-Stanislao, Ministro da Instrução Pública e Ministro de Negócios Exteriores do Reino da Itália, autor muito prestigiado de peças de ópera, literatura e jurisprudência. Em 1745 a família Mancini de Nápoles foi reintegrada em todos os seus direitos ao patriciato romano como descendente daquela nobilíssima original, de Roma. O presente brasão de armas foi concedido aos Mancini de Roma. O ramo de Nápoles passou a usar um brasão partido, o primeiro de vermelho com um leão ao natural, segurando uma espada nua, e o segundo de azul com dois peixes ao natural postos em pala (assegurando a descendência dos Mancini romanos), o do chefe com a testa ao contrário.
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