Ponzone

Piemonte

                              



                              

Originários de Piemonte, foram Marqueses de Montanara e consenhores de Azeglio. A linhagem provém de Ugone, o Grande, filho de Anselmo, neto do célebre Aleramo. Ugone viveu por volta do ano 1000 e teve um irmão de nome Giacomo, pai de dois filhos, um deles chamado também Ugone, que desposou a filha de Pietro Bicchieri e originou o ramo dos Ponzone de Azeglio. O primeiro Ugone foi partidário do Marquês de Monferrato, de quem obteve investidura em novas terras. Os Ponzone de Azeglio extinguiram-se na pessoa de Ludovico, morto sem descendentes em 1743. Consta que usaram dois brasões de armas distintos. No primeiro, em campo de ouro, três martelos de vermelho, agudos numa parte e dentados de três peças na outra, ordenados 2 e 1. No segundo, em campo de vermelho, três martelos idênticos aos anteriores, de prata, bem ordenados; chefe de azul, com uma águia espalmada de ouro. Este último é usado atualmente pelos Ponzone italianos, com original mantido em Milão, segundo nos relata Enrico Ponzone.

Ponzone

Cremona

                              
                             


Família originária da região de Ponzone, em Piemonte, da qual teve o senhorio. Transferiu-se para Cremona por volta do ano 1000. Deu à pátria 59 decuriões, dos quais o primeiro foi Leonardo Ponzone, eleito no ano de 1080, e o último foi Pietro-Martire Ponzone, em 1685. Enrico Ponzone foi feito Conde em 31 de agosto de 1414, por graça do Imperador Sigismondo, com título transmissível à descendência. Gian-Galeazzo Ponzone recebeu do Duque de Milão, Filippo-Maria Visconti, em 8 de outubro de 1416, a posse de várias terras na região de Cremona, a título de feudo, entre elas as de Castelleto. Os irmãos Nicolò e Pietro-Martire Ponzone foram agregados à cidadania de Brescia no ano de 1641. Em 1646 receberam em feudo a posse da terra de Gombito. Além dos feudos já citados, a família Ponzone possuiu ainda os de Cornaleto, Carubarto, Casaleggio inferior, San Faustino, San Lorenzo, Aroldo, San Martino del Lago, Villa de Talamazzi, Scandarola-riva-Po e Ravara. Com a morte do conde Pietro-Martire di Ponzone no ano de 1696, sem deixar descendência masculina, o título e as terras passaram às mãos de sua neta, a condessa Beatriz, que os creditou à casa Ala, com a qual havia unido-se em matrimônio. O brasão de armas dos Ponzone apresenta-se quartelado em vermelho e ouro, conforme descrito na obra heráldica do Comendador Crollalanza, estudioso da genealogia italiana.


 


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