De origem castelhana, provaram sua nobreza numerosas vezes nas Ordens militares de Santiago e Calatrava. Vários calaveiros desta linhagem ingressaram na Ordem de Alcántara nos anos de 1552, 1641, 1671, 1679 e 1694, na de Carlos III em 1791 e 1800, e na de San Juan de Jerusalén em 1567, 1589, 1612, 1628 e 1632. Don Fernando de Valenzuela foi criado Marquês de Villasierra no ano de 1677. Foram titulados ainda Don Juan de Valenzuela Venegas, Conde de Val del Aguila em 1690, e Don Alonso Eduardo de Valenzuela, Marquês de Puente de la Virgen em 1761. Os Valenzuela usaram o primeiro brasão de armas aqui representado, descrito pelo Barão de Cobos de Belchite: en campo de plata, un león rampante, de sable, coronado de lo mismo. Alguns adicionaram uma bordadura composta de oito peças, quatro de prata e quatro de vermelho. O primeiro a usar o brasão assim modificado foi Lope Sánchez de Valenzuela, que o recebeu por concessão do condestável de Castela, Don Ruy López de Dávalos. Esta deveu-se aos grandes serviços prestados por Don Lope em suas empresas e jornadas, principalmente nas guerras de Setenil e Antequera, nas quais atuou como capitão. Assim, somente usam o segundo brasão os seus descendentes diretos.
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